Cheguei a jogar algumas dessas traduções que circulam nos grupos de Facebook e não tive boas experiências.
Em um jogo, por exemplo, Digital Devil Saga do PS2, embora houvesse dezenas de comentários elogiando a tradução e o autor afirmasse que estava 100% traduzida, bastando reportar qualquer erro despercebido, o que encontrei de fato foi algo jogável por 10 minutos. Após a primeira batalha, todos os textos estavam mal renderizados nos diálogos, sendo impossível compreender qualquer coisa. Ou o autor e os usuários não jogaram, ou, se jogaram, foi por uns 5 minutos apenas.
Nesse sentido, eu preferiria jogar em inglês ou, se quisesse muito uma versão em português, usar o próprio recurso de IA no RetroArch.
Acompanho a cena nacional e internacional desde o final da década de 90. Trabalho com Cobol e tenho noções de programação Assembly. Há um roteiro de tradução no romhacking que não é uma norma, mas bons costumes que a maioria dos grupos usa até hoje, e você sabe que há muita diferença entre ver um patch v1.0 e outro 0.87_beta_3. Nessas IAs geradas, você não sabe o que esperar, pois nem o próprio autor sabe como definir o status corretamente.
Se eu comprar uma pizza congelada e assar no forno, eu terei assado e comido uma pizza, mas não vou ser um pizzaiolo.
E sou totalmente a favor dos auxílios das IAs. Com elas, pude entender muito melhor algumas programações, como as do projeto Naga, do hacker DDS, no jogo Fire Emblem 4, e com isso criar com mais facilidade hacks de fonte VWF nos jogos de que gosto e que têm textos muito ruins de ler.
Em um jogo, por exemplo, Digital Devil Saga do PS2, embora houvesse dezenas de comentários elogiando a tradução e o autor afirmasse que estava 100% traduzida, bastando reportar qualquer erro despercebido, o que encontrei de fato foi algo jogável por 10 minutos. Após a primeira batalha, todos os textos estavam mal renderizados nos diálogos, sendo impossível compreender qualquer coisa. Ou o autor e os usuários não jogaram, ou, se jogaram, foi por uns 5 minutos apenas.
Nesse sentido, eu preferiria jogar em inglês ou, se quisesse muito uma versão em português, usar o próprio recurso de IA no RetroArch.
Acompanho a cena nacional e internacional desde o final da década de 90. Trabalho com Cobol e tenho noções de programação Assembly. Há um roteiro de tradução no romhacking que não é uma norma, mas bons costumes que a maioria dos grupos usa até hoje, e você sabe que há muita diferença entre ver um patch v1.0 e outro 0.87_beta_3. Nessas IAs geradas, você não sabe o que esperar, pois nem o próprio autor sabe como definir o status corretamente.
Se eu comprar uma pizza congelada e assar no forno, eu terei assado e comido uma pizza, mas não vou ser um pizzaiolo.
E sou totalmente a favor dos auxílios das IAs. Com elas, pude entender muito melhor algumas programações, como as do projeto Naga, do hacker DDS, no jogo Fire Emblem 4, e com isso criar com mais facilidade hacks de fonte VWF nos jogos de que gosto e que têm textos muito ruins de ler.